1. Três passos essenciais para morar na Suíça
Elisa destaca três pontos fundamentais para quem quer se estabelecer no país:
• Informe-se no consulado suíço: Essa deve ser a sua primeira parada. Procure o consulado suíço mais próximo para entender os requisitos e processos necessários.
• Tenha um contrato de trabalho: Não há “jeitinho” para morar na Suíça. É necessário apresentar um contrato de trabalho que comprove sua capacidade de se sustentar no país.
• Fale uma das línguas nacionais: O francês, alemão ou italiano (dependendo da região onde você pretende viver) são essenciais para se comunicar e conseguir um emprego.
2. Diferenças entre brasileiros e europeus
Se você tem passaporte da União Europeia, o processo pode ser um pouco mais fácil. Para brasileiros, o caminho é mais desafiador, já que o empregador precisa comprovar que nenhum suíço ou europeu está apto a realizar o mesmo trabalho que você.
3. A realidade da vida na Suíça
A Suíça não é o “Eldorado” que muitos imaginam. Elisa alerta que o custo de vida é altíssimo, e há taxas para praticamente tudo – de lixo a animais de estimação. Além disso, as regras são rígidas, e o país exige muito esforço e responsabilidade dos estrangeiros.Mesmo assim, a Suíça oferece oportunidades para quem é trabalhador, disciplinado e respeita as leis locais. Segundo Elisa, o país valoriza esses esforços e pode abrir portas para quem segue essas premissas.
4. Um choque cultural inevitável
Elisa compartilha que, mesmo após tantos anos, ainda sente dificuldade em se adaptar a algumas regras e aspectos culturais. No entanto, ela reforça o quanto o país é justo e correto, características que fizeram com que ela escolhesse a Suíça como sua casa.
Vistos e permissões de residência na Suíça
Para brasileiros, existem basicamente dois tipos de permissão de residência mais comuns: o Permit B, concedido a quem tem contrato de trabalho de longo prazo ou está em processo de obtenção de residência permanente, e o Permit C, que é a residência permanente, geralmente concedida após 5 a 10 anos morando no país (o prazo varia por nacionalidade e cantão).
Além disso, o seguro-saúde é obrigatório por lei desde os primeiros meses de residência, e o valor varia bastante dependendo do cantão e da seguradora escolhida, valendo a pena comparar cotações antes de fechar um plano.
Custo de vida na prática
Para dar uma ideia mais concreta do que a Elisa menciona sobre taxas e custo de vida: o aluguel costuma ser a maior despesa mensal, especialmente em cidades como Zurique e Genebra, e é comum pagar taxas separadas para lixo (baseadas em sacos oficiais do município), seguro de responsabilidade civil e, em alguns cantões, até imposto eclesiástico.
Já o salário médio também é mais alto que a média europeia, o que ajuda a equilibrar esses custos para quem já está empregado.
💡 Dica Brazuca: peça sempre o contrato de trabalho por escrito (Arbeitsvertrag) antes de pedir demissão no Brasil — verbal não vale nada na Suíça, e sem ele você não consegue nem abrir o visto.
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Se você quer saber mais sobre o tema, confira o vídeo completo no canal da Elisa: Elisa na Suíça. Para acompanhar mais conteúdos dela, siga no Instagram: @elisanasuica
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